mai 13 2011

Exército Viking?

Apesar da reputação de guerreiros implacáveis e destemidos ter durado mais de mil anos, a maioria dos vikings não era melhor no manejo das armas do que eram no manejo de instrumentos de trabalho.

A capacidade de se defenderem ou às suas famílias e terras era fundamental, no entanto os homens não tinham tempo para treinos. Embora crianças brincassem com armas de madeira e todos soubessem manejar machados e lanças devido à necessidade de usá-las para outras atividades que não a guerra, apenas homens de origem aristocrática ou guerreiros “profissionais” tinham a capacidade de praticar treinos regulares, mesmo que não hajam documentos que confirmem essas teorias.

A profissão de guerreiro, além disso, era algo esporádico. Usualmente seriam homens prestando serviços a quem tivesse poder e recursos para bancá-los, como mercadores e chefes locais. Inclusive, qualquer um que se prestasse a viajar longas distâncias com qualquer tipo de mercadoria, deveria saber manejar armas para a própria segurança.

Assim, a maioria dos homens saberia apenas o básico para se defender.

Por outro lado, a maioria das expedições para pilhagem eram feitas por agricultores normais que procuravam uma oportunidade para melhorarem sua situação com o que saqueavam. Estas forças temporárias conheciam poucas táticas de batalha e baseavam-se, sobretudo, no elemento da surpresa. Os seus navios (e, progressivamente, seus cavalos) davam-lhes a capacidade de atacar rapidamente quando e onde eram menos esperados, além de lhes permitirem desaparecer igualmente depressa.

As batalhas abertas, de exércitos,  já eram uma prática incomum para os vikings.


mai 12 2011

Krauka

“Krauka (é uma banda dinamarquesa) formada em 1999, através da idéia de combinar músicas e histórias da Era Viking. A banda te leva a uma viagem no tempo para uma época em que a vida se resumia a batalhas, plhando e bebendo. A música do Krauka é tocada por instrumentos reconstruídos após achados arqueológicos, porém com elementos modernos interlaçados, criando uma intensa, e por vezes selvagem, atmosfera inspirada pelas sagas e pelas forças da natureza nórdicas.”


Vikinga Seidur – 2002

 

 

 

Stiklur – 2004

 

 

Bylur – 2006

 

 

 

Oðinn – 2009

 

 

 

Site do Krauka

mai 12 2011

Jantar Medieval III do Taberna Folk

Imperdível…excelente música, excelente comida e bebida, além de pessoas incríveis e o Hednir!

Clique no convite e acesse o twitter do Taberna Folk para mais informações.

mai 12 2011

Receitas

Coleção de receitas autênticas recolhidas na internet, sem autoria.

Em inglês.

Ler o artigo

 

mai 12 2011

Resenha – “Os Vikings: História de uma fascinante civilização.”

BRØNDSTED, Johannes. Os Vikings: História de uma fascinante civilização.
Reedição. São Paulo: Editora Hemus, 2004.

Ler o artigo

mai 12 2011

Arqueologia da Alimentação

Traduzido de Úlfélagar

Achados arqueológicos conforme região:

Oseberg (Noruega)

Birka (Suécia)

Hedeby (Dinamarca)

York (Inglaterra)

Jarlshof (Ilhas Shetland)

Dublin (Irlanda)

Aveia
Trigo

Centeio
Trigo
Espelta
Aveia
Cevada
Emmer[1]

Aveia
Trigo
Centeio
Cevada

Trigo
Aveia
Cevada
Centeio
Chenopodium[2]
Erva-nó

Carne Bovina

Porco
Carne Bovina
Ovelha
Frango
Pato
Ganso

Carne Bovina
Ovelha
Cabra
Porco
Veado
Frango
Ovos
Ganso
Pato
Tarambola-dourada
Tarambola-cinzenta
Galo-preto
Pombo-torcaz
Vanellus[3]

Carne Bovina
Ovelha
Porco
Veado (provável)
Baleia (provável)

Porco
Carne Bovina
Ovelha
Lebre
Frango
Ganso-selvagem

Arenque

Lúcio
Peixe Barata
Brema
Poleiro
Arenque
Bacalhau
Arinca
Linguado
Biênio
Carapau
Eperlano
Enguia
Salmão
Ostra
Casco
Moule[4]
Mirta

Biênio
Saithe

Bacalhau

Bacalhau

Biênio
Casco
Moule
Ostra
Vieiras[5]

Feijão
Cenoura
Nabo

Aipo

Espinafre
Repolho
Ervilhas?

Feijão
Aipo Selvagem
Cenoura Selvagem
Nabo

Rabanete

Repolho

Manteiga
Leite

Maça Selvagem

Abrunho
Ameixa

Espinheiro

Ameixa

Abrunho
Cereja
Sabugueiro
Blackberry
Framboesa
Morango

Abrunho

Ameixa

Maça
Mirtilo

Blackberry
Framboesa

Sabugueiro

Cereja
Abrunho
Blackberry
Espinheiro
Maça
Fruta da Rosa
Sabugueiro
Fruta Rowan
Mirtilo

Avelã
Noz

Avelã

Avelã
Noz

Avelã

Agrião

Cominho

Mostarda

Raiz-forte

Endro

Coentro

Lúpulo

Henbane (tóxica)

Agrimônia

Semente de papoula

Mostarda preta

Funcho

Vinho

Óleo de Linhaça
Óleo de cânhamo
Mel

Óleo de Colza

 


[1] Emmer: espécie de trigo.

[2] Também conhecido como lambquarters (em inglês).

[3] Nome vulgar: quero-quero.

[4] Tradução: molde.

[5] Conhecidas como coquille de St Jacques.

 

 

 

Oseberg (Noruega)

Birka (Suécia)

Hedeby (Dinamarca)

York (Inglaterra)

Jarlshof (Ilhas Shetland)

Dublin (Irlanda)

Aveia
Trigo

Centeio
Trigo
Espelta
Aveia
Cevada
Emmer[1]

Aveia
Trigo
Centeio
Cevada

Trigo
Aveia
Cevada
Centeio
Chenopodium[2]
Erva-nó

Carne Bovina

Porco
Carne Bovina
Ovelha
Frango
Pato
Ganso

Carne Bovina
Ovelha
Cabra
Porco
Veado
Frango
Ovos
Ganso
Pato
Tarambola-dourada
Tarambola-cinzenta
Galo-preto
Pombo-torcaz
Vanellus[3]

Carne Bovina
Ovelha
Porco
Veado (provável)
Baleia (provável)

Porco
Carne Bovina
Ovelha
Lebre
Frango
Ganso-selvagem

Arenque

Lúcio
Peixe Barata
Brema
Poleiro
Arenque
Bacalhau
Arinca
Linguado
Biênio
Carapau
Eperlano
Enguia
Salmão
Ostra
Casco
Moule[4]
Mirta

Biênio
Saithe

Bacalhau

Bacalhau

Biênio
Casco
Moule
Ostra
Vieiras[5]

Feijão
Cenoura
Nabo

Aipo

Espinafre
Repolho
Ervilhas?

Feijão
Aipo Selvagem
Cenoura Selvagem
Nabo

Rabanete

Repolho

Manteiga
Leite

Maça Selvagem

Abrunho
Ameixa

Espinheiro

Ameixa

Abrunho
Cereja
Sabugueiro
Blackberry
Framboesa
Morango

Abrunho

Ameixa

Maça
Mirtilo

Blackberry
Framboesa

Sabugueiro

Cereja
Abrunho
Blackberry
Espinheiro
Maça
Fruta da Rosa
Sabugueiro
Fruta Rowan
Mirtilo

Avelã
Noz

Avelã

Avelã
Noz

Avelã

Agrião

Cominho

Mostarda

Raiz-forte

Endro

Coentro

Lúpulo

Henbane (tóxica)

Agrimônia

Semente de papoula

Mostarda preta

Funcho

Vinho

Óleo de Linhaça
Óleo de cânhamo
Mel

Óleo de Colza




[1] Emmer

[2] Lambquarters

[3] Nome vulgar: quero-quero.

[4] Tradução: molde.

[5] Conhecidas como coquille de St Jacques.

 

mai 12 2011

Mini-Curso Johnni Langer em Cuiabá

MINI-CURSO: VIKINGS, REIS E CAMPONESES: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ESCANDINÁVIA MEDIEVAL, Prof. Dr. Johnni Langer (UFMA/NEVE); Profa. Ms. Luciana de Campos (UFMA/NEVE).

IX Encontro Internacional dos Estudos Medievais da ABREM, UFMT, Cuiabá, 04 a 08 de julho de 2011.

http://www.abrem.org.br/eiem/index.php

Ementa:

O curso tem como principal meta a introdução dos estudos escandinavos aos alunos de graduação e pós-graduação e aos professores de ensino fundamental e médio. Será enfatizado o período final da Alta Idade Média e a Idade Média Central, os momentos onde foram preservadas as principais fontes escritas e materiais sobre a Era Viking. As principais áreas da Escandinavística Medieval a serem contempladas são a Literatura, a História, a Mitologia e os estudos de cultura material. O curso privilegiará a reflexão das fontes e dos estudos críticos, procurando conceder aos interessados condições metodológicas e instrumentais para a pesquisa do mundo nórdico, ainda muito precária e incipiente em nosso país, tanto em publicações quanto de interesse pela academia.

Conteúdo programático:

Primeiro módulo: História e Literatura da Escandinávia Medieval

Concedermos um panorama básico sobre as principais fontes para o estudo da História escandinava, concentrando-se na Era Viking (crônicas históricas escandinavas e não escandinavas, relatos de viajantes estrangeiros, inscrições rúnicas, objetos da cultura material) e nas fontes literárias produzidas no final da Alta Idade Média e Idade Média Central (Eddas, sagas islandesas, poesia escáldica, literatura européia traduzida ao nórdico). Como complemento, discutiremos alguns temas e problemáticas advindas dos estudos históricos e literários, bem como um balanço da historiografia tradicional e da Nova Escandinavística.

Segundo módulo: Mitologia e religiosidade nórdica pré-cristã

O módulo será dividido em três momentos principais: um panorama das principais fontes para o estudo da mitologia e religiosidade (literárias, iconográficas e arqueológicas); os principais temas, problemáticas e perspectivas dos estudos de mitos nórdicos; as teorias mais importantes, as escolas de pensamento e perspectivas metodológicas para as investigações da mitologia e religiosidade escandinava.

Terceiro módulo: Alimentação e cotidiano na Escandinávia da Era Viking

O módulo discute os hábitos alimentares e o cotidiano material relacionado com alimentação entre os povos nórdicos alto-medievais (utensílios, cerâmica, áreas e instrumentais de processamento dos alimentos, etc). Dentro dos pressupostos teóricos definidos por Massimo Montanari, entenderemos a alimentação como um processo cultural, e não apenas hábitos advindos da biologia, e neste sentido, buscamos entender este tema como manifestante de ideologias, conflitos, aquisições, permutas, identidades, etc. Também apresentaremos alguns experimentos realizados em gastronomia histórica, que reconstitui pratos escandinavos medievais, aproximando os pesquisadores de uma “Arqueologia do gosto”.

Fonte

mai 12 2011

Alimentação

Escavações arqueológicas mostram que a dieta dos Vikings era constituída de muitas frutas, nozes, grãos, carne, peixe e mariscos. Sendo a carne e os peixes – devido à proximidade com o mar e rios-, a alimentação mais comum. Sabe-se pouco sobre os métodos de cultivo e coleta da época e se possuíam hortas ou jardins.

Cereais

- A cevada, que era usada para fabricar cerveja e o próprio pão de cevada.

- O centeio, usado para fazer pão, provavelmente duro.

- A aveia, usada para alimentar o gado e fazer uma espécie de mingau, que, geralmente, comiam como primeira refeição do dia.

- O trigo, que era raro e caro, consumido pelas pessoas mais ricas.

- Não se sabe se cultivavam a levedura, “mas eles certamente fizeram uso de leveduras selvagens, utilizando agentes, tais como soro e leite azedo, e a levedura residual da fermentação.”

- A farinha era feita de nozes (incluindo bolotas) e leguminosas (feijões e ervilhas), e mesmo a partir de casca de árvore. A camada interna da casca de bétula, seca e moída, produz uma farinha com um sabor doce e altamente nutritiva.

- O pão era feito sem fermento (devido à escacez, o fermento era separado para a cerveja), e era cozidos em fornos de barro no formato de bolos ou biscoitos e podiam ser aromatizados com nozes, sementes, ervas ou queijo. Ou usados ​​para incluir peixe ou carne para assar.

 

Laticínios

- O leite era raramente consumido, pois davam preferência a feitura da manteiga, do queijo, de um tipo de “requeijão” e o skyr (um tipo de queijo branco).

. O leite provinha de vacas, éguas, ovelhas e cabra e era um produto sazonal, disponível apenas na primavera, quando as fêmeas estavam em lactação.

- O queijo podia ser consumido fresco, mas era comumente salgado e fermentado, para preservarem durante o inverno.

 

Ovos
– Estes vinham de galinhas, gansas, patas e todos os tipos de aves selvagens, ovos de gaivota eram considerados uma iguaria especial.

 

Carne

- Era consumida por todas as classes, mesmo os mais pobres tinham acesso a carne de caça. Os animais eram mortos antes da chegada do inverno, para seus donos evitarem de alimentá-los e poderem preservar a carne a tempo – utilizavam sal, secagem de fumo ou armazenamento em salmoura ou vinagre.

- Bois ou vacas, animal de tração, era prioridade que fossem fonte de leite antes de carne.

- Porcos, sua carne era a mais largamente consumida.

- Cabras e ovelhas, que, também, serviam prioritariamente como fonte de leite.

- Cavalos, provavelmente consumidos, mas proibidos a partir da chegada dos cristãos.

- Patos, galinhas e gansos.

- Bezerros

- Lebres

- Javalis

- Esquilos

- Veados

- E renas e ursos polares em algumas regiões da Escandinávia.

 

Peixes, crustáceos e moluscos

- Os peixes eram colocados do lado de fora da casa no vento frio e podiam ser fermentados, conservados em soro de leite, salgados ou defumados.

- Em algumas áreas, o peixe representava 25% das calorias diárias.

- Peixes de água doce: salmão, truta e enguia.

- Peixes de águas profundas: arenque e bacalhau.

- Camarão, mexilhões, ostras.

- Focas e golfinhos.

- Baleias, caso alguma encalhasse na costa ou se aventurassem a caçar, sendo sua carne e outros produtos, muito disputados.

 

Frutas e Vegetais

- As frutas e as castanhas eram um complemento importante da dieta.

- Os frutos eram mergulhados em mel e sacos para armazenarem para o inverno.

- As frutas eram largamente consumidas, sendo estas maças, amoras, framboesas, morangos, amoras, cerejas.

- Desconheciam a batata, por razões óbvias, mas consumiam cenoura, nabo, aipo, espinafre.

 

Ervas e Temperos

- Endro ou Aneto, era utilizado para dar sabor aos peixes.

- Semente de papoula

- Mostarda

- Funcho, também utilizado como tempero para os peixes.

- Coentro

- Cebola

- Alho

- Vinagre

- Algas, usadas para temperar alguns pratos.

- Sal, obtido da evaporação da água do mar ou importado.

-Mel, maior parte obtida na Escandinávia, mas por vezes tinham que importar.

- Algumas especiarias também eram importadas: pimenta cominho, açafrão, gengibre, cardamomo, grãos do paraíso, cravo, noz-moscada, canela, anis e folhas de louro.

 

Bebidas

- A bebida mais comum era a cerveja, que é classificada em três formas: uma de teor alcóolico baixo, de sabor adocicado (muitas ervas eram utilizadas para dar sabor a cerveja); a variante mais comum, com mais teor alcóolico, chamada björr ol; e uma variante forte, chamada Mungat.

- A cerveja era consumida inclusive por crianças, devido aos poços e riachos serem, geralmente, contaminados (provavelmente eram ou tinham contato com as latrinas).

- Hidromel era a bebida usada em celebrações, fabricada a partir da extração do mel.

- Além da cerveja, bebiam leite, água e sucos.

- Os vinhos eram importados pelos ricos de outras regiões da Europa.

__________

Fontes:

- Ydalir Vikings

- Úlfélagar

- BIRRO, Renan M. “Colonização, alimentação, sobrevivência e cultura. A Dieta islandesa durante a Era Viking (800 – 1066)”. IN: Anais do VIII Encontro de História da ANPUH, Espírito Santo, 2010. Download

- CAMPOS, Luciana de. “Um banquete para Heimdallr: uma análise da alimentação viking na Rígsþula.” IN: História, imagem e narrativas, nº 12, abril/2011. Download

- Recomendo, também, a leitura da bibliografia de Massimo Montanari.

mai 12 2011

O termo “viking”

Como o termo viking atingiu uma conotação étnica?

Podemos apontar para um caráter totalizador de alguns historiadores ou escritores em geral, em agrupar povos, sua cultura e religião. E tais termos prevalecem até hoje na necessidade de serem desconstruídos, não só na Escandinávia Medieval. Entretanto, neste caso, não há sequer uma concordância entre os historiadores e entre os linguistas, nem quanto sua origem nem quanto a exatamente quem se referiam, além de se defenderem muitas raízes – escandinava, inglesa e mesmo latina – para o termo “viking”.

É importante salientar que a confusão inicia-se com o termo normando, empregado por alguns historiadores – e aqui recomendo o artigo de André Szczawlinska Muceniecks[1] – para se referir aos escandinavos, conotação que se torna errônea em muitos casos, além da própria utilização do termo como caracterização de um agrupamento étnico.

Seguimos, então, para o debate em si. A teoria com mais destaque, seria de que provêm de víg (batalha) ou vík (enseada, fiorde, riacho ou baía)[2] de origem escandinava e em uma tradução literal sendo “onde a terra encontra o mar”, destacando que Vík era o nome de uma região norueguesa (referente aos fiordes de Oslo), “de modo a significar um homem daquela região; mas esta teoria é inaceitável”.[3] Sua origem do inglês antigo, seria wic, que significa “acampamento” ou, ainda, sua origem latina, vicus, que significa “cidade”, “vila”, que entretanto são menos utilizadas em fontes anglo-saxônicas, sendo provavelmente a origem escandinava a mais assertiva.

Aprofundando-se, encontra-se uma ligação firme entre o termo viking e o væringjar (os varegues em português), que será discutido posteriormente. Além de diversos termos que outros povos usavam para designar os vikings:

Francos Normanni,  Vikverjar[4] ou  Westfaldingi[5].
Anglo-Saxões Dani ou Wiccan (“povo que acampa”)
Germanos Ascomani (“homens de madeira”)
Irlandeses Gall (“forasteiro”) ou Lochlannach[6] (“nortistas”)
Bizantinos e Árabes Rus (vindo do sueco ruotsi – “remadores”)
Gregos Βáρaγγoι (do antigo escandinavo Væringjar)
Espanhóis Madjus (“mágicos pagãos”)

 

 

 

 

 


[1] MUCENIECKS, André S. “Notas sobre o termo viking: usos, abusos, etnia e profissão”. IN: Revista Alethéia de Estudos sobre a Antigüidade e Medievo, volume 2/2, ago/dez 2010.  Download

[2] HAYWOOD, John. “The Penguin Historical Atlas of the Vikings”. Penguin Books, 1995. Comprar

[3] BRONDSTED, Johannes. “Os Vikings: história de uma fascinante civilização”. Editora Hemus, 2004. Comprar

[4] Provavelmente, viajantes do mar.

[5] Noruegueses de Westfold – ligados com os que vieram através do mar Britânico da Irlanda.

[6] Além desses termos, pode-se encontrar Dubh, que significa preto, para designar os dinamarqueses e Finn, que significa branco, para designar os noruegueses.

mai 6 2011

Saga Asgard, amanhã!

Eis que o Hednir Clan humildemente convoca todos os que gostam de nosso trabalho para irem confraternizar conosco amanhã, dia 07 de maio de 2001, no Shopping Boulevard Tatuapé, das 10h às 22h no lançamento da antologia com temática viking, a Saga Asgard. As apresentações não possuem horário, sendo realizadas conforme o espaço que circunda a Livraria Nobel e o Cinemark no 3º piso do shopping seja liberado.

Os treinos abertos continuam a partir de semana que vem e é claro que estão todos convidados.